Você não vende produtos, vende experiências

Você não vende produtos, vende experiências

Você sente isso quando liga para o serviço de atendimento ao cliente e fica preso em um ciclo interminável de opções de menu que não são exatamente o que você precisa.

Você sente isso quando tenta se inscrever ou comprar algum produto online e o formulário exige informações que não são pertinentes a venda.

Estes são exemplos de sistemas de vendas centrados na organização, quando eles deveriam ser centrados no cliente. E eles existem porque alguém na área de TI disse que precisa dos dados…

Engraçado pensar que esses processos existem porque alguém responsável por tomar decisões pensou que dessa forma a empresa economizaria algum dinheiro e essa mesma pessoa pensa que seus clientes os amarão, não importa o que ele faça (ou não).

Sinto informar. Isso não funciona mais assim.

Se você estiver projetando um processo de venda, torne-o o mais simples possível para o cliente, peça apenas o que você realmente precisa do cliente naquele estágio do funil. E se você quer mais informações, pense em uma maneira de obtê-la agregando valor à vida do cliente.

Encontre formas de ajudar os clientes, torne-se um localizador de falhas do seu próprio processo.

Na economia moderna, a experiência é a única coisa que não pode ser “comoditizada”. O cliente não se importa com o que você faz por trás das cortinas, milhares de pessoas fazem o mesmo e no final do dia o que importa é se você faz melhor e entrega o que foi prometido.

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